Os Grandes Prémios de Fórmula 1 de Azerbaijão, Singapura e Japão foram cancelados, anunciou hoje a organização do campeonato, o que pode deixar Portugal mais perto de regressar ao calendário mundial da competição.

Em nota publicada no sítio oficial da Fórmula 1 na Internet, os promotores do Campeonato do Mundo referem que, “em resultado dos desafios apresentados pela (pandemia de) Covid-19”, os organizadores locais “decidiram cancelar os seus eventos em 2020”.

“Estas decisões foram tomadas devido a diferentes desafios que os nossos promotores enfrentam nestes países. Em Singapura e Azerbaijão, o tempo necessário para construir circuitos citadinos fez com que receber eventos durante este período de incerteza se tornasse impossível e, no Japão, as restrições às viagens ainda em vigor levaram à decisão de não realizar a corrida”, lê-se na mesma nota.

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A sucessão de cancelamentos pode levar a que a segunda metade da temporada do Mundial de Fórmula 1 venha a realizar-se em circuitos que não integravam o calendário inicial de 2020, como o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

Na quinta-feira, o diretor desportivo da Fórmula 1, o britânico Ross Brawn, anunciou a possibilidade de circuitos como o de Imola (Itália), Portimão (Portugal) e Hockenheim (Alemanha) poderem vir a acolher provas do Mundial de Fórmula 1 ainda em 2020.

O administrador do Autódromo Internacional do Algarve disse hoje à Lusa que existe “muita vontade das equipas” de Fórmula 1 que Portugal integre o calendário revisto do Mundial de 2020, mas qualquer decisão só acontecerá “em meados de julho”.

“Sabemos que há muita vontade das equipas de que Portugal seja escolhido para o calendário e nós temos feito tudo o é necessário”

Paulo Pinheiro – Administrador do Autódromo Internacional do Algarve

No entender de Paulo Pinheiro, uma corrida em território nacional poderá acontecer “em setembro, outubro ou novembro”, mas o que “fará a diferença é a possibilidade, ou não, de haver público nas bancadas”.

“Somos a hipótese que todos querem, pela localização, pela pista, pelas instalações grandes que permitem maior distância de segurança, pelo clima, pela hotelaria e pelo reduzido impacto da Covid-19”, disse Paulo Pinheiro.

O início da competição estava previsto para 15 de março, na Austrália, mas a prova foi cancelada devido à pandemia.

Ao todo, já foram canceladas ou adiadas 13 das 22 corridas da temporada, mas os responsáveis do campeonato esperam ter um calendário com 15 a 18 corridas até ao fim deste ano.

 

FONTE > EURONEWS

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