O consórcio chinês ‘China Road and Bridge Corporation’ (CRBC) vai investir cerca de três mil milhões de dólares na construção do Projecto Urbano da Marginal da Corimba, situado em Luanda. O projecto deverá demorar cerca de 13 anos a ser concluído, prevendo-se a criação de cerca de 80 mil empregos.

Marginal da Corimba

A marginal vai ser implementada na zona sul da baía de Luanda, mais concretamente no bairro Corimba, distrito da Samba. O projecto vai ser erguido num espaço de 255 hectares: 40 hectares terrestres, que já existem, e os restantes hectares serão conseguidos com aterro marítimo.

De acordo com a Angop, as obras do projecto vão arrancar em Janeiro de 2023, irão dividir-se em duas fases e serão executadas num horizonte temporal de 13 anos.

Relativamente à primeira fase da empreitada, Yuan Chunkun, representante do consórcio chinês em Angola, explicou que esta demorará três anos a ser concluída e diz respeito à concretização do aterro marítimo. Já sobre a segunda fase, o responsável fez saber que esta demorará dez anos a ser terminada e diz respeito à construção das infra-estruturas e pormenores finais do projecto.

Citado pela Angop, o representante da empresa chinesa em Angola aproveitou ainda para revelar que os estudos de viabilidade se encontram na recta final.

Ao falar à margem do acto de assinatura de um memorando de entendimento entre a CRBC e a Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), o responsável adiantou que em Janeiro vai arrancar a ronda de negociações com o Governo, em obediência com o programa estabelecido no memorando de entendimento.

“A CRBC garante investimento e o seu total financiamento, a partir da sua capacidade financeira, com a parceria dos bancos chineses”, revelou.

Já António Henriques da Silva, presidente do Conselho de Administração da AIPEX, afirmou que o projecto da marginal é totalmente privado e que o Estado desempenha apenas um papel de facilitador.

Também citado pela Angop, o responsável considerou que esta iniciativa vai ajudar a captar novos investimentos privados para o país.

António Henriques da Silva também indicou que com este projecto se estima a geração de cerca de 80 mil empregos.

Serviços públicos, escritórios, residências, hotéis, zonas culturais, desportivas, de lazer, entre outros, serão algumas das infra-estruturas que irão fazer parte do Projecto Urbano da Marginal da Corimba.

 

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