A empresária angolana Isabel dos Santos quer utilizar a revista Forbes, cuja distribuição garantiu para as versões em Angola e Portugal, para divulgar internacionalmente o momento actual das empresas e economias da lusofonia.

“Eu sempre apostei muito na lusofonia, acho que é muito importante termos um meio de comunicação como o nosso, baseado na língua portuguesa”, disse esta terça-feira a empresária, em Luanda, na apresentação da primeira edição da Forbes Angola.

“Ter uma revista que consiga espalhar para o mundo o que se passa nas nossas economias, nas nossas empresas, acho que era uma matéria interessante e que não está ainda suficientemente tratada”, afirmou Isabel dos Santos, em declarações aos jornalistas, à margem da cerimónia.

Os direitos de exploração para esta versão lusófona da revista económica Forbes, cujo primeiro número é lançado esta sexta-feira em Angola com periodicidade mensal, foram entretanto adquiridos por Isabel dos Santos, que promete versões próprias para Portugal, Moçambique e outros países de língua portuguesa, para divulgar a realidade dos negócios comuns.

“Não só Angola, mas das oportunidades que existem no universo dos PALOP [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa] e no universo dos países de língua portuguesa. Porque são economias muito dinâmicas, também bastante interligadas. Há hoje muitas ligações entre Portugal e Angola, há também ligações entre Angola e Moçambique, Cabo verde e Santo Tomé”, apontou.

Classificando o primeiro número da Forbes Angola como um “marco histórico” para o país, a empresária, filha do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, garante que a publicação vai tratar das empresas, mas também do entretenimento. “Acho que vai ser bastante apreciada, tanto em Angola como em Portugal. Espero eu”, apontou.

A revista norte-americana, na sua versão internacional, publicou, em Setembro de 2013, um artigo relacionando Isabel dos Santos com enriquecimento ilegítimo, alegando que “todos os grandes investimentos angolanos detidos por [Isabel] dos Santos vêm ou de ficar com uma parte de uma empresa que quer fazer negócios no país ou de uma assinatura presidencial que a inclui na acção”.

Estas acusações foram então refutadas pela empresária angolana, que garantiu, em comunicado, que “nunca o Presidente nem o governo angolanos transferiram ilegalmente acções de empresas para Isabel dos Santos” ou “para quaisquer empresas controladas” por si.

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