O biólogo angolano Pedro Vaz Pinto, liderou o projeto da redescoberta das palancas negras gigantes, animal símbolo de Angola e ameaçado de extinção, onde ganhou a edição de 2013 do Prêmio Internacional “Terras Sem Sombra”, na área de biodiversidade em uma homenagem entregue pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico da Diocese de Beja (Portugal).

O prêmio pelo trabalho de conservação das palancas negras, antílope que, atualmente, sobrevive em pequenas regiões da África, foi um reconhecimento pela grande dedicação desse estudioso em preservar a espécie. Pedro Vaz Pinto é pesquisador do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto e liderou, entre 2002 e 2004, expedições ao Parque Nacional da Cangandala (em Malanje), onde foram obtidos os primeiros indícios da presença dos animais.

Porém, só em 2005, houve identificação fotográfica de oito delas.

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O feito mereceu reconhecimento internacional com o “Prêmio Whitley Award2006”, patrocinado pela Fundação Whitley Fund for Nature, devido à qualidade e impacto do programa, feito em parceria com o Ministério do Meio Ambiente de Angola.

Em declarações à imprensa, Pedro Vaz Pinto disse que a conservação da palanca negra gigante “é de grande importância pois trata-se de um animal em risco crítico de extinção, com menos de 100 exemplares vivos”.

Quanto ao prêmio, ele afirma ser “uma oportunidade para divulgar o projeto e alertar para o risco de extinção que ameaça as palancas”. Nascido em 1967, em Luanda, o cientista é formado em Engenharia Florestal, com especialização em Gestão dos Recursos Naturais, pelo Instituto Superior de Agronomia (Universidade Técnica de Lisboa).

 

PUBLICAÇÃO > REVISTA AFRO

 

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