A partir de hoje estão definidas as regras para as candidaturas a apoio financeiro para a publicação de obras de ilustração e banda desenhada de autores portugueses no estrangeiro, segundo um despacho publicado em Diário da República.

A Linha de Apoio à Ilustração e Banda Desenhada (LAIBD) é um incentivo financeiro que tem como objetivo divulgar no estrangeiro a produção portuguesa nas áreas da ilustração e banda desenhada, contribuir para angariar novos públicos e novos mercados para autores e editores, estimular a criação e valorizar o trabalho dos autores.

Podem candidatar-se todas as editoras que publiquem obras ilustradas e de banda desenhada de autores portugueses, destinadas aos mercados e públicos no estrangeiro.

As obras têm de ser inéditas no país de candidatura e em Portugal, e têm de ser ilustradas por portugueses, podendo o texto ser escrito por portugueses ou estrangeiros.

De acordo com o regulamento, as obras candidatas podem ter mais de um ilustrador, sejam todos portugueses ou não, sendo a parcela do apoio calculada em função da autoria portuguesa na obra.

Este apoio financeiro, que se destina aos custos de produção e de tradução e ao valor dos direitos de autor, é suportado pelo orçamento da Direção-Geral do Livro dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), estando dependente da disponibilidade orçamental deste organismo.

A linha de apoio tem uma periodicidade anual e as candidaturas podem ser submetidas até 31 de maio, através de um formulário disponibilizado pela DGLAB, no qual deve constar a identificação da editora e da obra, os custos de produção, de tradução (nos casos em que se aplique) e o preço estimado de venda ao público.

Junto com o formulário, os candidatos têm ainda de apresentar o contrato de direitos de autor ou o documento que ateste a cedência de direitos por parte do autor, bem como o contrato de tradução e o `curriculum vitae` do tradutor.

A avaliação das candidaturas — feita pela DGLAB – terá em conta a importância da obra, atendendo aos objetivos da linha de apoio, a importância estratégica do país ou do mercado destinatário, o perfil da editora candidata e a relevância dos autores.

O apoio financeiro, que se reveste da forma de subsídio, corresponderá a uma percentagem do custo total de produção assinalado na candidatura e será pago numa única parcela por transferência bancária.

Esta linha de apoio insere-se no âmbito do Protocolo de Colaboração celebrado entre o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua I. P. e a DGLAB para promover a internacionalização da literatura portuguesa.

 

FONTE > R.T.P.
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