As nove economias dos países da CPLP valem cerca de três biliões de dólares. Brasil e Guiné Equatorial em recessão, e Moçambique e Angola a sofrerem um forte abrandamento.

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI), na actualização deste mês ao “World Economic Outlook”, antecipa que para Angola, o maior produtor de petróleo na África subsaariana e a terceira maior economia do continente, as perspectivas de evolução da economia são bastante sombrias face à média histórica dos últimos anos: o FMI prevê que o país sofra uma estagnação este ano, recuperando depois em 2017 para os 1,5 por cento.

“Angola está, como a Nigéria e a África do Sul, a adaptar-se à forte queda nas receitas recuperando em 2017 das exportações de petróleo. Não deverá crescer este ano e vai ter um débil crescimento no próximo ano”, lê-se no relatório divulgado hoje em Washington.

O documento do FMI sobre a economia mundial revê em forte baixa as previsões de crescimento da economia angolana, já que em Maio apontava para um crescimento de 2,5 por cento este ano e uma ligeira aceleração para os 2,7 por cento no próximo ano.

Angola, a maior economia lusófona africana, tem um PIB que ronda os 102 mil milhões de dólares, mas está inserida em dois espaços regionais mais alargados: a África Austral, cujo PIB conjunto dos 15 membros chega quase a 650 mil milhões (onde está também Moçambique, cujo PIB ronda os 15 mil milhões de dólares), e a África Central, cujos 10 membros valem quase 250 mil milhões.

 

PUBLICAÇÃO > VERANGOLA
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