É a terceira vez que um realizador português é distinguido no Festival de Cinema de Berlim. Depois de Leonor Teles e João Salaviza, Diogo Costa é o mais recente premiado.

O realizador Diogo Costa venceu este sábado, 18 de fevereiro, o prémio de melhor curta metragem do Festival de Cinema de Berlim com “Cidade Pequena”. Em competição, na mesma categoria, estavam mais três projetos nacionais: “Altas Cidades de Ossadas”, de João Salaviza, “Coup de Grâce” de Salomé Lamas e “Os Humores Artificiais” e Gabriel Abrantes.

Este último não ganhou um Urso, mas horas horas antes do prémio de Diogo Costa soube-se que a curta de Gabriel Abrantes tinha sido nomeada pelo júri para a melhor curta-metragem europeia nos European Film Award de 2017. “No dia seguinte, a mãe vai até à escola e questiona a professora: Será que devemos contar sempre a verdade às crianças? Sempre”, lê-se na sinopse no site oficial do evento.

Diogo Costa Amarante nasceu no Porto e tem 35 anos. Já tinha participado no programa de curtas  da Berlinale em 2013 com “As Rosas Brancas”. É também o autor dos documentários “Jumate”, de 2017, “In January, Perhaps”, de 2009, “We Have Legs” e ainda da curta “Down Here”, de 2011.

Esta é a terceira vez que um realizador portuguesas ganha um Urso de Ouro com uma curta metragem. Em 2016, Leonor Teles venceu com “Balada de um Batráquio”. Já o primeiro a conseguir o prémio foi João Salaviza, em 2012, com “Rafa”.

Veja um pequeno teaser da curta vencedora.

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