Por Gaspar Francisco

Entre o chilrear alegre das bimbas e canjunjas (espécies de pássaros que abundam a região) e o soprar saudável dos ventos que cruzam de entre os arbustos, empreende-se uma tranquila viagem em busca de factos que marcam o seu passado e o presente, que um dia as Gingas do Maculusso, não fosse a sua precursora Rosa Roque, filha da terra, a ele dedicaram uma canção.

Duas horas por estrada bastam para fazer o percurso da cidade de Malanje até a sede do município. Para atingir Quela passa-se pelas localidades de Catala, Cambondo (esta de feliz memória para os malanjinos. Quem não se recorda do trabalho que o Cambondo de Malanje deu aos grandes no Girabola? Que o diga o 1º de Agosto!).

Mas para começo de conversa sobre o dia-a-dia de quem faz do Quela o seu mundo, nada melhor que o administrador municipal, Ananias Gomes, para contar a realidade actual. Segundo o responsável, nos tempos idos este troço era impossível para circulação livre.
“Eram outros tempos”, explica, para, nas entrelinhas, sublinhar o quão preciosa é a paz, pois permite que se faça hoje o que era impensável.

À entrada do município, longas filas de mangueiras libertam o oxigénio que empresta à vila uma saúde ambiental que a capital do país, certamente, gostaria de experimentar. Quem vive nas grandes cidades, sobretudo Luanda, sente a diferença. É uma tranquilidade sem igual. Longe do “coelho” e dos malditos engarrafamentos.

Ponto de partida

Xandel, a par da Missão dos Bângalas e Moma, constitui uma das três comunas do município do Quela. O acesso às outras comunas é quase impossível nesta altura chuvosa. Só mesmo no tempo seco é possível atingi-las. Para chegar ao Xandel, passa-se pelo famoso e temido Morro do Kabatukila, cuja perigosidade reside na via escorregadia e estreita, para além de que, em algumas ocasiões, do Morro caem pedras e pedregulhos que podem ser fatais para os automobilistas e, em particular, aos camionistas que diariamente rasgam a estrada 230 que liga a capital do país ao leste de Angola.

É fácil ver-se camiões acidentados, que não suportam a carga e como se não bastasse perdem os travões e provocam capotamento. É preciso sorte e perspicácia para evitar o pior. Destaca-se o espírito solidário nas estradas nacionais. É assim que os acidentados se ajudam, com alimentos e água, dos camionistas que circulam nessas vias.

São  perto de 40 quilómetros, a Sul, que o separa da sede, com um território de 2015 quilómetros quadrados e uma população de 7303 habitantes.

Com essa realidade difícil, mas com esperança em dias melhores em face do engajamento das autoridades, a administradora local, Ana João Raimundo, admite que Xandel carece de infra-estruturas, particularmente, nas áreas da educação e saúde. Por exemplo, no domínio da saúde, as autoridades contam apenas com um centro e dois postos de saúde, insuficientes para responder a procura.

O centro localiza-se na comuna sede e os postos estão no Kinguri e Bundo. Para garantir a funcionalidade, contam com o concurso de seis enfermeiros, sendo três na sede, sem um único médico.

A administradora aponta que o sector necessita, além de médicos, de um reforço no quadro de pessoal de mais técnicos de enfermagem.

As doenças mais frequentes na região são o paludismo, diarreias e complicações respiratórias, com taxa de mortalidade baixa. Basta dizer que desde Janeiro registaram-se quatro mortes.

Sem ambulância, os casos mais graves são evacuados para a cidade de Malanje, depois de solicitado um meio especializado para o efeito.

Relativamente à educação, Ana Raimundo refere que neste aspecto as coisas vão bem. Comparativamente a 2014, ano em que assumiu a direcção da comuna, havia escassez acentuada de professores, dificuldade que hoje já não se coloca. A localidade possui oito escolas e 1232 alunos matriculados da primeira a nona classe.

A comuna carece de energia eléctrica. Só a sede é iluminada através de um pequeno gerador. Quanto ao abastecimento de água, a administradora afirma que existe um sistema que foi instalado numa montanha, que bombeia água para a sede e beneficia a população, por intermédio de fontenários. Os habitantes em bairros mais afastados é que não usufruem dela.

A agricultura não é exercida de forma expansiva, praticando-se apenas a de subsistência e, eventualmente, existem algumas áreas com diamantes, já que Xandel delimita com o município diamantífero de Xá-Muteba, na província da Lunda Norte. A ordem e tranquilidade públicas são garantidas por um comando local da Polícia Nacional, com uma taxa de criminalidade, quase nula.

Primeira pedra lançada há mais de 30 anos, para construção da vila urbana de Teka Dya Kinda

Primeira pedra lançada há mais de 30 anos, para construção da vila urbana de Teka Dya Kinda

Teka dya Kinda: Perpetua a história

Ir ao Quela e não chegar ao Teka dya Kinda é o mesmo que ir à Roma e não chegar ao Vaticano. Este é o paralelismo que se pode fazer. Na verdade, o Teka dya Kinda, a quase 18 quilómetros a norte da sede do municipio, entrou para os anais da história de Angola quando, a 4 de Janeiro de 1961, os camponeses da Baixa de Cassanje disseram basta à exploração e injustiça social, na sua própria terra.

Eram escravos e o preço pago pela enorme produção de algodão era uma autêntica roubalheira. Então, cansados de tudo isso, negaram-se a continuar ser subjugados e nesse dia decidiram fazer greve, armar-se de catanas e canhangulos e desafiar o poder colonial. O exército foi chamado para reprimir a sublevação e o resultado foi a morte de milhares de pessoas.

Esta acção contribuiu para o agudizar da relação entre os colonialistas e os angolanos que empreenderam, a partir daí, outras acções conjugadas, como o 15 de Março e o 4 de Fevereiro, abrindo frente ampla contra o colonialismo português, que culminaria, 500 anos depois, com o alcance da independência nacional, a 11 de Novembro de 1975.

O 4 de Janeiro era, até 2010, considerado feriado nacional. A partir de então, foi transformada numa data de celebração nacional que é conhecida como o Dia dos Mártires da Opressão Colonial.

Por tudo isso, Teka dya Kinda é um património nacional. Mas está abandonado. Envolto em capim, só é recordado na data em que dele se fala. Ainda assim há uma luz de esperança avançada pelo administrador municipal. “O local não está esquecido”, tranquiliza.

Reforça que já foi feito o levantamento para a construção de um memorial, cuja primeira pedra tinha sido lançada, em 1979, pelo primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto, com a promessa de ser erguido um bairro.

A estrutura dessa primeira pedra permanece, mas o projecto não se tornou exequível, nos anos subsequentes, devido ao eclodir do conflito armado.

Ananias Gomes lembra que em 2015 foi aprovado o orçamento para a construção do cemitério/monumento, mas a actual conjuntura económico-financeira do país com a baixa do preço do petróleo no mercado internacional adia a pretensão.

“Este é um assunto que preocupa não só as autoridades municipais, mas também o Governo da província e o Executivo. Temos fé que nos próximos tempos este local será devidamente requalificado e valorizado”, prognostica.


Sectores sociais

As potenciais áreas sociais, a educação e a saúde têm dado passos significativos, nos últimos anos para a satisfação dos anseios da população nesses domínios.

A educação cresceu significativamente, anos depois do alcance da paz, em 2002. Com todas as infra-estruturas destruídas, partiu do zero, em todos os níveis de ensino.

O responsável pela área da Educação no município, Samuel Lurão António, esclarece que em 2003 iniciou-se uma verdadeira “revolução”, com o arranque do ensino primário em salas improvisadas, cujo grau de escolaridade ia até a quarta classe.

Foram multiplicados os esforços das autoridades governamentais quer do município, quer da província, e em 2007, fruto deste engajamento, aumentaram o número de salas de aula, ao mesmo tempo que era instalado o ensino do I ciclo.

A rede escolar expandiu-se da sede para as comunas do Xandel, Moma e Bângalas e nas diversas aldeias. Em 2010 outra conquista foi alcançada com a criação do ensino do II ciclo que, em 2015, forneceu os primeiros 53 finalistas, com o curso médio e vão emprestar o seu saber para o desenvolvimento do Quela.

Para o funcionamento dos dois níveis de ensino, estão contratados 198 professores, espalhados pelas comunas e bairros do município, com uma rede escolar que contempla duas escolas (com seis salas) e 123 salas de aula. O II ciclo é ministrado em salas anexas da escola de formação de professores “Comandante Cuidado” da cidade de Malanje.

Questionado sobre a qualidade dos docentes, Samuel Lurão diz que é aceitável e que têm sido submetidos a uma superação pedagógica permanente. Debruça-se também acerca do programa de alfabetização e aceleração escolar, tendo afirmado que o mesmo decorre satisfatoriamente, com 1020 alfabetizandos e 53 alfabetizadores que têm dado o melhor de si para fazer baixar a taxa de analfabetismo na região.

Quanto à merenda escolar, a mesma tem sido servida, na medida do possível, atendendo à actual conjuntura económico-financeira, nas escolas do ensino primário. Por sua vez, o sector da saúde conta com nove unidades sanitárias, sendo um hospital municipal, um centro de saúde na comuna do Xandel e sete postos de saúde, distribuídos pelas outras duas comunas e bairros do município sede, todas erguidas após o alcance da paz.

O corpo clínico era constituído até bem pouco tempo por médicos expatriados, da Coreia do Norte, mas por razões que o responsável da área, Pedro Malavo, não avança, decidiu unilateralmente abandonar a localidade. O hospital é actualmente suportado por equipas de enfermagem.

Diligências estão a ser feitas para resolver a lacuna deixada por esses profissionais. O pessoal do quadro de enfermagem é formado por 26 indivíduos. Para acudir as necessidades de todas as unidades, segundo Pedro Malavo, são necessários trinta enfermeiros, para que cada uma delas possam funcionar com três profissionais.

Neste momento, existe apenas um enfermeiro em cada unidade, com excepção do centro de saúde (com três), que constitui uma sobrecarga, agravada com a ausência do corpo médico. Porém, o quadro pode inverter-se nos próximos dias, com a abertura do concurso público já autorizado pelo Executivo, com vista a prover tais vagas.

O perfil epidemiológico do município não difere dos outros da província, sobretudo nesta fase, em que a chuva, agravada com algumas dificuldades de uso de redes mosquiteiras pela população, faz da malária a doença que regista elevados números de casos, que chegam a atingir em média três mil/mês.

Sobre a taxa de mortalidade, o responsável pela saúde no Quela observa que “por não possuir um banco de sangue, sempre se faz o transporte dos doentes em fase crítica para a sede da província. De tal forma que é quase zero a taxa de mortalidade, porque alguns deles acabam por morrer em Malanje”.

Outras patologias que grassam a região são as doenças respiratórias agudas, como as parasitoses, em número ínfimo, sendo mesmo a malária o “calcanhar de Aquilles”.

Funcionam no hospital municipal os serviços de pediatria e medicina, cuja média de internamentos, exceptuando as épocas sazonais dominadas pelas chuvas em que o número sobe relativamente, situa-se nos quatro doentes por mês.

O abastecimento de fármacos nas diversas unidades está garantido. É feito por via do Depósito Provincial de Medicamentos e por fornecedores, através dos valores adstritos aos cuidados primários da saúde. Neste momento, o stock chega para responder às necessidades.


O Quela do passado e de hoje

Foi um dos municípios mais afectados pela guerra. Até antes do alcance da paz definitiva, todas as suas infraestruturas, com excepcao ao hospital municipal e a casa das irmãs da Missão Católica, tinham sido destruídas.

“Toda a área residencial, administrativa e comercial foi totalmente destruída. Todas as infraestruturas actuais são novas, foram construídas de raiz, tais como os edifícios da Administração, o Palácio municipal, residências para acomodar os quadros, escolas e centros e postos de saúde”, explica Ananias Gomes.

Acrescido a isso e no âmbito do Programa de Combate à Fome e à Pobreza, foram erguidas 89 dos 200 fogos habitacionais, todas vendidas ao preço de quatro milhões de kwanzas, cujos proprietários já habitam nelas e estão a dar outra imagem à sede municipal.

Uma área pouco explorada e que Ananias Gomes gostaria de ver crescer é a comercial. Existem ainda largos espaços, pelo que lança um apelo a todos os comerciantes a investir no Quela.

Quanto às questões sociais, reconhece-se haver ainda problemas por resolver, nomeadamente a cobertura em termos de infraestruturas escolares e sanitárias. Não satisfazem na plenitude a procura da população.

Para que isso aconteça, diz o administrador, serão necessários mais três postos de saúde, para se juntar à rede de um hospital municipal, um centro e sete postos de saúde e elevar o número de escolas ou salas de aula ali onde o aglomerado populacional justificar.

Esta estratégia tem encontrado entraves, devido à dispersão das aldeias, por um lado, e, por outro, aldeias muito pequenas, onde, às vezes, se encontram duas ou três crianças em idade escolar.

“Ora, não podemos construir uma escola ou sala de aula e enviar um professor para cobrir três alunos. Estamos a trabalhar com a população para reunificar as aldeias e assim será mais fácil resolver os seus problemas sociais”, esclarece.

Outro problema que o município enfrenta diz respeito ao fornecimento de água potável, principalmente nas comunas da Missão dos Bângalas, Moma e nos bairros ao longo da estrada que sai do desvio até ao Kisseque, em direcção ao município do Kunda, por se tratar de uma zona alta e a população consome água de cacimbas e rios intermitentes.

De acordo com a autoridade municipal, tentativas foram feitas para instalar-se manivelas nessas localidades, porém sem sucesso, uma vez que se torna difícil alcançar o lençol freático.

“As empresas contratadas não tinham equipamento com capacidade para perfurar abaixo dos 100 metros e a água nestas sanzalas só se encontra a essa distância”, aponta.

Diante desta realidade, foi solicitado ao Governo Provincial um apoio e estão a ser estudadas variantes para a solução do problema.

Relativamente à energia eléctrica, a sede é abastecida por um gerador de elevada potência, no período entre as 18h e às 6h da manhã, quando a Administração “respira” alguma saúde financeira, mas de contrário o período é reduzido para 00h00 ou 22h00.


Diversificação da Economia

O município do Quela tem atributos que podem fazer dele um partícipe na diversificação da economia. Aliás, o administrador socorre-se da história para recordar que o município foi um tradicional produtor de algodão, no tempo colonial até um pouco antes da independência nacional.

Esta produção, liderada pela então companhia luso-belga Cotonang, era encaminhada para as diversas fábricas têxteis do país. Mas o conflito armado deitou por terra a hegemonia e o “status” de ser o “bastião” da produção de algodão na Baixa de Cassanje.

Esse estatuto pode ser recuperado. De acordo com Ananias Gomes, existem projectos a nível central e provincial. Datam de 2013, para a retoma em grande escala da sua produção.

“Infelizmente, depois de Outubro de 2014, a conjuntura económica-financeira mundial sofreu um revés e estamos a viver este momento menos bom da nossa economia” , lamenta.

Mesmo assim, diz ter conhecimento da intenção do Executivo trabalhar para retomar o cultivo do algodão em grande escala, à medida que as fábricas têxteis do Dondo (Cuanza Norte), de Benguela e Textang I, em Luanda, estiverem em vias de retomar a produção, em breve.

Dentro do Plano Nacional de Desenvolvimento, a província de Malanje tem a responsabilidade de assumir-se como um “carrefour” logístico e ponteciar o desenvolvimento urbano, com serviços avançados de ensino e de saúde, pelo que em matéria de especialização produtiva deverá recuperar a fileira de algodão e indústrias alimentares (arroz e óleo), desenvolver um nicho de agricultura empresarial, valorizar os recursos mineiros, assim como estudar a viabilidade de actividades, designadamente intensivas em energia, que valorizem o potencial hidro-eléctrico.

“Sendo a matéria-prima o algodão, certamente que numa primeira fase vão viver de importação, mas o passo seguinte será reactivar o processo de produção nas áreas tradicionais e o Quela é uma dessas zonas”, observa com esperança, Ananias Gomes.

Há uma grande expectativa no seio dos camponeses que não veem a hora de voltar a sorrir, com o cultivo do produto que lhes fez famosos.

Outra forma de contribuir para a diversificação da economia do ponto de vista do responsável máximo do Quela passa por rentabilizar os terrenos férteis do município, fazendo agricultura empresarial, além de ter grandes potencialidades na exploração de madeira, prática que já se fazia sentir antes e que pode ser uma fonte de aquisição de receitas.

Existem ainda zonas onde se faz a exploração artesanal de diamantes e em que as pessoas procedem ao garimpo. É possível industrializar essa exploração, como forma de contribuir para o OGE, além dos recursos adormecidos, no domínio do turismo, como a própria Baixa de Cassanje (só por si um enorme potencial turístico), o cemitério-monumento e as quedas sobre o rio Luhanda.

Aos poucos, o Quela ergue-se das consequências da guerra e volta a ocupar o espaço na província de Malanje e do país. Vê renascer a esperança de um futuro melhor, com a perspectiva de explorar nichos específicos de actividades turísticas.


Por dentro

O município do Quela, com o actual figurino, foi criado a 8 de Fevereiro de 1968. Nesta altura, foi desanexado do território que agora pertence ao município de Xá-Muteba, província da Lunda Norte, e dista da capital da província de Malanje a 115 quilómetros.

Juntamente com os municípios do Kunda dya Base, Cahombo, Kiwaba Nzonji e Xá-Muteba integram a Baixa de Kassange, uma considerável extensão geográfica que vai da região de Malanje até as Lundas.

É limitado a Norte pelos municípios de Caombo e Kunda dya Base, a Este por Xá-Muteba, a Sul por Cambundi-Catembo e a Oeste por Caculama e Kiwaba Nzonji.

Tem uma superfície de 5.830 km2 e três comunas, nomeadamente sede, Xandel, Missão dos Bângalas e Moma e uma população de 21.842 habitantes, maioritariamente camponesa, que se dedica à agricultura de subsistência, à pesca artesanal e à caça.

O seu forte no domínio cultural assenta no facto de anos idos ter um carnaval expressivo e os instrumentos mais tocados são a marimba, batuque e o hungo. A língua materna falada é o quimbundo, com as variantes holo, bondo, bângala, sendo que alguns grupos falam o songo.

No âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento, ao Quela está prevista a construção e reabilitação de estradas, para ligar a sede do município com as comunas da Missão dos Bângalas e Moma, o que vai permitir o escoamento dos produtos do campo para as grandes superfícies comerciais e a construção de escolas do I e II ciclos, entre outros projectos sociais.

Os estudantes que terminam o ensino médio, poucos têm sido absorvidos no mercado de emprego, devido à fraca oferta, pelo que se prevê a criação de mais postos de trabalho para o seu aproveitamento, de acordo com estimativas das autoridades locais.

 

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